Método Pilates como proposta de Fortalecimento do Assoalho Pélvico

Estima-se que 30 a 50% das mulheres, mesmo jovens, são incapazes de contrair de forma efetiva os músculos do assoalho pélvico.

Intervenções relacionadas ao treinamento da musculatura do assoalho pélvico baseadas no Método Pilates tem sido utilizadas pela fisioterapia, pois englobam exercícios que visam trabalhar a flexibilidade, força e resistência do corpo, associados à contração muscular pélvica.

O AP feminino é constituído pelos órgãos pélvicos, tais como, bexiga, útero e reto, e ainda, por músculos, ligamentos e fáscias. Estes últimos por sua vez, desempenham duas funções essenciais: a sustentação dos órgãos pélvicos e o controle da função esfincteriana uretral e anal.

A integridade anatômica e fisiológica destas estruturas de suporte pélvico influenciam diretamente na continência uretral e anal e na função sexual.

A MAP está associada a diversas funções, como o fechamento da uretra e do reto para garantir a continência urinária e fecal; a função sexual está relacionada à sensibilidade proprioceptiva dos MAP que contribuem para o prazer sexual e as contrações fortes dos MAP ocorrem durante o orgasmo, sendo que indivíduos com MAP fracos têm mais dificuldades de alcançar o orgasmo.

 

 

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